[...] Então, em termos de erros, devemos nos voltar para nós mesmos, porque apontar erros nos outros é a nossa própria desgraça. Sua Santidade o Dalai Lama com frequência faz distinção entre conduta digna e indigna. Apontar erros nos outros é indigno.
Em termos de virtude e desvirtude, procurar falhas nos outros e difamá-los é desvirtude. Praticantes do Dharma que fazem isso estão abrindo mão de seus votos de refúgio, assim como da religião que seguem.
[...] Em todo caso, isso é uma desgraça. Tão logo começamos a apontar para outras pessoas dizendo: “Você não deve fazer isso”, já fomos longe demais. Se quisermos encontrar erros, que encontremos em nós mesmos, trabalhando em nós mesmos.
Gyatrul Rinpoche (China, 1924 ~)
“Natural Liberation”, parte 2 | 3





Pós-meditação
Chagdud Tulku Rinpoche (Tibete, 1930 – Brasil, 2002)
“Portões da Prática Budista“, parte 2