[1] Prostro-me ao Buddha todo-poderoso, Cuja mente é livre do apego, Que, em sua compaixão e sabedoria, Ensinou o inexprimível.
[2] Na verdade, não há nascimento — Então, certamente não há cessação ou liberação; O Buddha é como o céu E todos os seres têm essa natureza.
[3] Nem o samsara nem o nirvana existem, Mas tudo é um continuum complexo Como a face intrínseca do vazio, O objeto da consciência última.
[4] A natureza de todas as coisas Aparece como um reflexo, Puro e naturalmente brilhante, Com a natureza não-dual, tal como é.
[5] A mente comum imagina um eu Onde não há absolutamente coisa alguma, E se concebe de estados emocionais — Felicidade, sofrimento e equanimidade. Continua… -> Sangha Marha
Publicado em: 30 de março de 2007 | Tags: arte, Nagarjuna
Nagarjuna e o Mahayana
Thangka do século XIX retratando Nagarjuna (linhagem Kagyu, disponível no Himalayan Arts Resources). Clique para ampliá-la.
Abaixo, as 20 estrofes Mahayana de Nagarjuna (via Sangha Margha blog):