Assim, constatamos que há dois tipos de amor ou compaixão. Por um lado, temos a compaixão ou amor que se baseia na afeição ou que está impregnada de compaixão. Esse tipo de compaixão ou amor e sentimento de intimidade é bastante parcial e distorcido. Baseia-se na consideração de que o alvo da afeição da pessoa é alguém muito querido ou próximo. Por outro lado, a compaixão genuína baseia-se na razão de que os outros, assim como eu, também possuem um desejo inato de ser feliz e superar o sofrimento; assim como eu, os outros também têm o direito natural de realizar essa aspiração fundamental. Com base no reconhecimento dessa igualdade e comunidade fundamental, a pessoa desenvolve um senso de afinidade e intimidade; e com base nisso, a pessoa vai gerar amor e compaixão. Essa é a compaixão genuína.
Verdadeira compaixão
Belo trecho que encontrei no blog Para ser zen:
S.S. Dalai Lama, em “A Arte de lidar com a raiva – O poder da paciência“.