Verdadeira compaixão

Belo trecho que encontrei no blog Para ser zen:

Assim, constatamos que há dois tipos de amor ou compaixão. Por um lado, temos a compaixão ou amor que se baseia na afeição ou que está impregnada de compaixão. Esse tipo de compaixão ou amor e sentimento de intimidade é bastante parcial e distorcido. Baseia-se na consideração de que o alvo da afeição da pessoa é alguém muito querido ou próximo. Por outro lado, a compaixão genuína baseia-se na razão de que os outros, assim como eu, também possuem um desejo inato de ser feliz e superar o sofrimento; assim como eu, os outros também têm o direito natural de realizar essa aspiração fundamental. Com base no reconhecimento dessa igualdade e comunidade fundamental, a pessoa desenvolve um senso de afinidade e intimidade; e com base nisso, a pessoa vai gerar amor e compaixão. Essa é a compaixão genuína.

S.S. Dalai Lama, em “A Arte de lidar com a raiva – O poder da paciência“.

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Comentários

  • NattyCampos: que assim seja! :)
  • Emer: Waldik: http://samsara.blog.br/2010/08 /surgimento-das-aparencias/
  • WALDIK: Alguém pode me explicar como nossa Natureza de Buda, que é sempre...
  • Sérgio: Li o texto de anônimo sobre “Eu quero comentar algo e...
  • noslen rubin: Belissimo texto é preciso que cada um de nós possa ter mais...
  • Tiago: Excelente! Devemos parar de procurar pelo Sol, e dizer do que é feito...
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