Minha semente é a fé, Minha irrigação e meu arado são a compreensão, Meu bastão é a consciência, a mente é meu laço, Estado desperto, minhas rédeas. Guarnecido tanto em corpo quanto em fala, Contido no uso da comida, Verdade é minha colheita, Auto-domínio é meu alívio.
Meu carro de boi é a energia Que leva ao fim do aprisionamento, Indo para onde não há lamentos E nunca voltando atrás. É assim que lavro a terra; Imortal é o seu fruto. Quem assim lavrar a terra liberto estará De todo tipo de sofrimento.
Colheita da verdade
Buda Shakyamuni (Índia, séc. VI a.C.)
Sutta-nipāta 1 | 4
“The Life of the Buddha: According to the Pali Canon”, cap. 9