Colheita da verdade

Minha semente é a fé,
Minha irrigação e meu arado são a compreensão,
Meu bastão é a consciência, a mente é meu laço,
Estado desperto, minhas rédeas.
Guarnecido tanto em corpo quanto em fala,
Contido no uso da comida,
Verdade é minha colheita,
Auto-domínio é meu alívio.

Meu carro de boi é a energia
Que leva ao fim do aprisionamento,
Indo para onde não há lamentos
E nunca voltando atrás.
É assim que lavro a terra;
Imortal é o seu fruto.
Quem assim lavrar a terra liberto estará
De todo tipo de sofrimento.

Buda Shakyamuni (Índia, séc. VI a.C.)
Sutta-nipāta 1 | 4
“The Life of the Buddha: According to the Pali Canon”, cap. 9

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Comentários

  • Fatima Fonseca: Texto muito bonito, principalmente quando diz…Uma gota...
  • Janaina Bueno: Gostaria muito de connhecer melhor o Budismo Tibetano, moro no...
  • luiz sergio: Onde podemos encontrar a plena lucidez,a plena atenção, o amor,...
  • Lucas: Maravilhoso esse texto, expressou todo meu pensamento sobre Deus! Como...
  • Cléber A. Vianna...: Sou dicipulo de BUDDHA, praticante quero fazer amigos...
  • luiz sergio: E se estamos a todo o momento com a atenção voltada para a...
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