Compreensão da vacuidade

Sempre que pratico usando um objeto visual como suporte para relaxar a mente, me lembro de uma das primeiras lições que aprendi com meu pai. Há muito benefício a ser ganho com o método de alternar entre a atenção focada em um objeto e o tipo de atenção sem nenhum objeto, descrito antes.

Quando você descansa sua mente em um objeto, você está vendo-o como algo distinto e separado de você. Mas quando soltamos e simplesmente relaxamos nossa mente com atenção pura, gradualmente começamos a compreender que o que quer que vejamos, seja de que modo for, é uma imagem feita de pensamentos, memórias e as limitações condicionadas por nossos órgãos sensoriais.

Em outras palavras, não há diferença entre o que é visto e a mente que vê.

Yongey Mingyur Rinpoche (Nepal, 1975 ~)
“Joyful Wisdom”, 2 | 7

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Um Comentário

  1. Georges Otero
    Escrito em: 20 de maio de 2010, às 15:45 | Permalink

    Tenho dificuldades na compreensão de texto budista principalmente na compreensão da vacuidade.

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