
O iogue indiano Padampa Sangye, que ensinou no Tibet no século XII (clique na imagem para ampliar)
Até que a pessoa vista a armadura livre de preocupações mundanas, o Dharma transcendental não surgirá em seu ser.
Até que a pessoa desenvolva completamente fé e perseverança no coração, a mera prática ocasional do Dharma não vai ultrapassar o chão e os caminhos.
Até que a pessoa tenha trabalhado para a felicidade de seus inimigos por bastante tempo, ela não vai cortar os laços com opiniões mundanas.
Até que a pessoa permaneça sozinha como o humilde cervo, ela não irá purificar as manchas do apego e ódio.
Até que a pessoa desenvolva a atitude de não precisar de nada que seja mundano, ela não irá parar de buscar as coisas mundanas da vida.
Até que a pessoa fique contente com o que tem, sua mente vazia nunca será satisfeita.
Padampa Sangye (Índia, Tibete – séc. XII)
“Perguntas e respostas sobre o significado essencial”, em “Os ensinamentos Mahamudra em símbolos de Padampa Sangye”
“Lion of Siddhas”

4 Comentários
Perfeito esse pequeno e completo texto!
Um texto 'pesado' e muito direto…
Por isso mesmo, de grande beleza!
De fato, não há como fazermos o caminho sem que haja também o esforço correto no fluir de nossa manifestação.
Obrigado! Gasshô.
salve Janz e Luciana! eu é que agradeço. abs
valeu emer vou la ver gracas