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	<title>Blog Samsara &#187; Yongey Mingyur</title>
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	<description>Trechos de textos budistas</description>
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		<title>Primeira Nobre Verdade</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 15:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[escrituras]]></category>
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		<description><![CDATA[A primeira das Quatro Nobres Verdades é conhecida como a Verdade do Sofrimento. [...]
À primeira vista, pode parecer bem depressivo. Ao ouvir ou ler sobre isso muitas pessoas acabam desconsiderando o budismo como algo indevidamente pessimista. &#8220;Ah, esses budistas estão sempre reclamando que a vida é miserável. A única maneira de ser feliz é renunciar [...]


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<li><a href='http://samsara.blog.br/2009/06/colheita-da-verdade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Colheita da verdade'>Colheita da verdade</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2009/06/verdade-de-todos-os-budas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Verdade de todos os budas'>Verdade de todos os budas</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1900" class="wp-caption alignright" style="width: 248px"><a href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html"><img class="size-full wp-image-1900" title="yongey-mingyur-rinpoche" src="http://samsara.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/yongey-mingyur-rinpoche.jpg" alt="" width="248" height="371" /></a><p class="wp-caption-text">Yongey Mingyur Rinpoche</p></div>
<blockquote><p>A primeira das Quatro Nobres Verdades é conhecida como a Verdade do Sofrimento. [...]</p>
<p>À primeira vista, pode parecer bem depressivo. Ao ouvir ou ler sobre isso muitas pessoas acabam desconsiderando o budismo como algo indevidamente pessimista. &#8220;Ah, esses budistas estão sempre reclamando que a vida é miserável. A única maneira de ser feliz é renunciar ao mundo e partir para alguma montanha, meditando o dia todo. Que tédio! Não sou miserável. Minha vida é maravilhosa!&#8221;.</p>
<p>É importante, antes de tudo, notar que os ensinamentos budistas não dizem que, para encontrar verdadeira liberdade, as pessoas precisam abandonar suas casas, empregos, carros e qualquer posse material. Como sua história de vida demonstra, o próprio Buda tentou uma vida de extrema austeridade sem encontrar a paz que buscava.</p>
<p>Além disso, não há como negar que, para algumas pessoas, as circunstâncias podem se juntar por um tempo de tal modo que parece impossível uma vida melhor. Já encontrei muitas pessoas que pareciam bem satisfeitas com suas vidas. Se perguntasse como estão, elas responderiam: &#8220;Bem!&#8221; ou &#8220;Ótimo!&#8221;. Até, obviamente, ficarem doentes, perderem o emprego ou seus filhos chegarem na adolescência e, de repente, se transformarem de seres afetuosos e alegres em impacientes estranhos mal-humorados que não querem mais nada com os pais.</p>
<p>Então, se eu perguntar como vão as coisas, a resposta muda um pouco: &#8220;Estou bem, tirando o fato de que&#8230;&#8221; ou &#8220;Tudo está ótimo, mas&#8230;&#8221;.</p>
<p>Essa é, talvez, a mensagem essencial da Primeira Nobre Verdade: a vida costuma interromper as coisas, causando mesmo entre os mais contentes surpresas momentâneas. Tais surpresas — junto com experiências mais sutis e menos perceptíveis como as dores que vêm com a velhice ou a frustração de esperar numa fila na padaria ou simplesmente chegar atrasado em um compromisso — podem ser todas compreendidas como manifestações do sofrimento.</p>
<p>No entanto, entendo porque essa perspectiva mais abrangente pode ser difícil de compreender. &#8220;Sofrimento&#8221;, usado nas traduções da Primeira Nobre Verdade, é um termo carregado. Quando as pessoas leem ou escutam isso tendem a pensar que só se refere a dor extrema ou angústia crônica.</p>
<p>Mas &#8220;dukkha&#8221;, a palavra usada nos sutras, na verdade é mais próxima de termos de uso comum no mundo moderno como &#8220;inquietação&#8221;, &#8220;mal estar&#8221;, &#8220;desconforto&#8221; e &#8220;insatisfação&#8221;. [...]</p>
<p>Então, enquanto o sofrimento — ou dukkha — se refere sim a condições extremas, o termo [...] é melhor compreendido como um sentimento constante de que &#8220;algo ainda não está perfeito&#8221;: que a vida seria melhor caso as circunstâncias fossem diferentes; que seríamos mais felizes se fôssemos mais jovens, magros ou ricos, se estivéssemos em um relacionamento ou então fora dele. A lista de angústias não tem fim.</p>
<p>Dukkha assim abraça todo o raio de condições, desde algo tão simples como uma coceira a experiências mais traumáticas como dor crônica ou doenças fatais. Talvez algum dia a palavra dukkha seja aceita em muitas culturas e línguas diferentes, do mesmo modo que a palavra sânscrita &#8220;karma&#8221;, nos dando uma compreensão mais ampla da palavra que costuma ser traduzida como &#8220;sofrimento&#8221;.</p>
<p>Assim como ter um médico que identifique os sintomas é o primeiro passo para tratar uma doença, compreender dukkha como a condição básica da vida é o primeiro passo para se livrar do desconforto e inquietação. Na verdade, para algumas pessoas, apenas ouvir a Primeira Nobre Verdade pode ser uma experiência libertadora em si mesma. Um antigo aluno meu recentemente admitiu que por toda sua infância e adolescência sempre se sentiu alienado de todos ao redor. Eles eram mais espertos que ele, se vestiam melhor, pareciam interagir sem qualquer esforço. Parecia que todas as outras pessoas tinham ganhado um &#8220;Manual da Felicidade&#8221; ao nascer e esqueceram de dar um a ele.</p>
<p>Mais tarde, quando estudou filosofia oriental na faculdade, se deparou com as Quatro Nobres Verdades, e toda sua percepção começou a mudar. Ele compreendeu que não estava sozinho em seu desconforto. Na verdade, inaptidão e alienação são experiências compartilhadas pelas pessoas há séculos. Ele pôde largar aquela triste história sobre não ter um &#8220;Manual da Felicidade&#8221; e simplesmente apenas ser exatamente como era.</p>
<p>Não que não houvesse trabalho a ser feito, mas pelo menos ele poderia parar de fingir  que pertencia, sendo que na verdade se sentia de outro jeito. Ele pôde começar a trabalhar com seu sentimento básico de inadequação não como um estranho solitário, mas como alguém que tem um traço em comum com o restante da humanidade. Também passou a ter menos chances de ser pego desprevenido quando sentia suas maneiras particulares de sofrimento [...].</p></blockquote>
<p><a href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html">Yongey Mingyur Rinpoche</a> (Nepal, 1975 ~)<br />
<a href="http://www.randomhouse.com/catalog/display.pperl?isbn=9780307407795">“Joyful  Wisdom”</a>, 1 | 2</p>
<p><small>Eventos:</small></p>
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<li><a href='http://samsara.blog.br/2009/06/verdade-de-todos-os-budas/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Verdade de todos os budas'>Verdade de todos os budas</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sofrimento não é permanente</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 11:34:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emer</dc:creator>
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		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>
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		<description><![CDATA[
[...] Sabedoria, capacidade, amor e compaixão são aquilo com que já nascemos. Frustração, inveja, culpa, vergonha, ansiedade, cobiça, competitividade, e assim vai, são experiências que aprendemos, frequentemente através das influências da nossa cultura, família e amigos, sendo reforçadas pela experiência pessoal.
O &#8220;diagnóstico positivo&#8221; da Terceira Nobre Verdade* é que as ideias limitadas ou limitadoras que [...]


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<li><a href='http://samsara.blog.br/2007/09/conhecimento-verdadeiro/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Conhecimento verdadeiro'>Conhecimento verdadeiro</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2011/08/primeira-nobre-verdade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Primeira Nobre Verdade'>Primeira Nobre Verdade</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<div id="attachment_1401" class="wp-caption alignright" style="width: 152px"><a href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html"><img class="size-full wp-image-1401" src="http://samsara.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/ymr.jpg" alt="Yongey Mingyur Rinpoche" width="152" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Yongey Mingyur Rinpoche</p></div>
<p>[...] Sabedoria, capacidade, amor e compaixão são aquilo com que já nascemos. Frustração, inveja, culpa, vergonha, ansiedade, cobiça, competitividade, e assim vai, são experiências que aprendemos, frequentemente através das influências da nossa cultura, família e amigos, sendo reforçadas pela experiência pessoal.</p>
<p>O &#8220;diagnóstico positivo&#8221; da Terceira Nobre Verdade<strong>*</strong> é que as ideias limitadas ou limitadoras que mantemos sobre nós mesmos, os outros e todo tipo de experiência podem ser desaprendidas.</p></blockquote>
<p><a href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html">Yongey  Mingyur Rinpoche</a> (Nepal, 1975 ~)<br />
<a href="http://www.randomhouse.com/catalog/display.pperl?isbn=9780307407795">“Joyful  Wisdom”</a>, 1 | 5</p>
<p><strong>* Terceira Nobre Verdade:</strong> o sofrimento não é permanente.<br />
Leia mais: <a title="Quatro Nobres Verdades - Wikipédia, a enciclopédia livre" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quatro_Nobres_Verdades">Quatro Nobres Verdades</a></p>
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<li><a href='http://samsara.blog.br/2011/08/primeira-nobre-verdade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Primeira Nobre Verdade'>Primeira Nobre Verdade</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Experiência da vacuidade</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 13:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
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		<description><![CDATA[[…] A vacuidade, como já discutido anteriormente, não é uma decisão que tomamos sobre a natureza da realidade absoluta ou uma consciência alcançada através da análise ou discussão filosófica.
É uma experiência que, uma vez provada, pode mudar sua vida, abrindo novas dimensões e possibilidades. Esse é o ponto da prática do insight [vipassana].
Yongey  Mingyur [...]


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<li><a href='http://samsara.blog.br/2010/09/sofrimento-nao-e-permanente/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Sofrimento não é permanente'>Sofrimento não é permanente</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2009/12/shamata-e-estado-desperto/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Shamata e estado desperto'>Shamata e estado desperto</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1067" class="wp-caption alignright" style="width: 195px"><a href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html"><img class="size-full wp-image-1067" title="Yongey Mingyur Rinpoche" src="http://samsara.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/yongey-mingyur-rinpoche.jpg" alt="Yongey Mingyur Rinpoche" width="195" height="244" /></a><p class="wp-caption-text">Yongey Mingyur Rinpoche</p></div>
<blockquote><p>[…] A vacuidade, como já discutido anteriormente, não é uma decisão que tomamos sobre a natureza da realidade absoluta ou uma consciência alcançada através da análise ou discussão filosófica.</p>
<p>É uma experiência que, uma vez provada, pode mudar sua vida, abrindo novas dimensões e possibilidades. Esse é o ponto da prática do insight [vipassana].</p></blockquote>
<p><a href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html">Yongey  Mingyur Rinpoche</a> (Nepal, 1975 ~)<br />
<a href="http://www.randomhouse.com/catalog/display.pperl?isbn=9780307407795">“Joyful  Wisdom”</a>, 2 | 8</p>
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<li><a href='http://samsara.blog.br/2010/09/sofrimento-nao-e-permanente/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Sofrimento não é permanente'>Sofrimento não é permanente</a></li>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Shamata e estado desperto</title>
		<link>http://samsara.blog.br/2009/12/shamata-e-estado-desperto/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 08:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emer</dc:creator>
				<category><![CDATA[meditação]]></category>
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O objetivo da prática da atenção, ou shamata, é se tornar consciente do estado desperto. O estado desperto é a base — ou o que você poderia chamar de &#8220;suporte&#8221; — da mente. É fixo e imutável, como o mastro a que a bandeira da consciência ordinária está presa. 
Quando reconhecemos e firmamos uma base [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_QFHITp4vLho/SyGEsKYZXVI/AAAAAAAAKIo/LB-KF3EKzYU/s1600-h/yongey-mingyur-rinpoche.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_QFHITp4vLho/SyGEsKYZXVI/AAAAAAAAKIo/LB-KF3EKzYU/s200/yongey-mingyur-rinpoche.jpg" /></a></div>
<p>O objetivo da prática da atenção, ou shamata, é se tornar consciente do estado desperto. O estado desperto é a base — ou o que você poderia chamar de &#8220;suporte&#8221; — da mente. É fixo e imutável, como o mastro a que a bandeira da consciência ordinária está presa. </p>
<p>Quando reconhecemos e firmamos uma base no estado desperto, o &#8220;vento&#8221; da emoção ainda pode soprar. Mas em vez de sermos carregados pelo vento, voltamos nossa atenção para dentro, observando as graduações e mudanças com a intenção de se familiarizar com aquele aspecto da consciência que reconhece: &#8220;Ah, isto é o que estou sentindo, é isto que estou pensando&#8221;. </p>
<p>Ao fazermos isso, um pouco de espaço se abre dentro de nós. Com a prática, esse espaço — que é a clareza natural da mente — começa a se expandir e assentar.</p></blockquote>
<p><a href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html" style="font-weight: bold;">Yongey Mingyur Rinpoche</a> (Nepal, 1975 ~)<span style="font-weight: bold;"></span><br />“The Aim of Attention”, Tricycle, verão de 2009<a href="http://www.tricycle.com/onpractice/equality"><br /></a>(<a href="http://www.tricycle.com/daily+dharma">Tricycle&#8217;s Daily Dharma</a>, 09/09/2009)</p>
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<li><a href='http://samsara.blog.br/2007/03/tudo-que-existe/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Tudo que existe'>Tudo que existe</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Estado natural</title>
		<link>http://samsara.blog.br/2009/11/estado-natural/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 08:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yongey Mingyur]]></category>

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		<description><![CDATA[Onde quer que estejamos, o que quer que façamos, precisamos reconhecer o que é natural, o que é não-forçado. 
O estado não-forçado, na verdade, é muito especial. Ser natural é muito especial. E o modo natural de fato já está conosco, dentro ou fora de um retiro, mas nós simplesmente não reconhecemos.
Se você apenas reconhecer [...]


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<li><a href='http://samsara.blog.br/2010/03/estado-budico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Estado búdico'>Estado búdico</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Onde quer que estejamos, o que quer que façamos, precisamos reconhecer o que é natural, o que é não-forçado. </p>
<p>O estado não-forçado, na verdade, é muito especial. Ser natural é muito especial. E o modo natural de fato já está conosco, dentro ou fora de um retiro, mas nós simplesmente não reconhecemos.</p>
<p>Se você apenas reconhecer seu modo natural, isso basta, já está bom. É como uma vaca urinando no campo. Ela apenas está lá e urina. Todo dia, apenas urina, bem natural. Isso realmente basta.</p></blockquote>
<p><a href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html" style="font-weight: bold;">Yongey Mingyur Rinpoche</a> (Nepal, 1975 ~)<span style="font-weight: bold;"></span><br /><span>Tricycle, verão de 2003</span><a href="http://www.tricycle.com/onpractice/equality"><br /></a>(<a href="http://www.tricycle.com/daily+dharma">Tricycle&#8217;s Daily Dharma</a>, 04/09/2009)</p>
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<br /><p><small>Textos relacionados:</small><ol><li><a href='http://samsara.blog.br/2007/11/manifestaes-da-mente-natural/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Manifestações da mente natural'>Manifestações da mente natural</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2008/06/iluminao-natural/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Iluminação natural'>Iluminação natural</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2010/03/estado-budico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Estado búdico'>Estado búdico</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Compreensão da vacuidade</title>
		<link>http://samsara.blog.br/2009/10/compreensao-da-vacuidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 09:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emer</dc:creator>
				<category><![CDATA[ilusão]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[vacuidade]]></category>
		<category><![CDATA[Yongey Mingyur]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre que pratico usando um objeto visual como suporte para relaxar a mente, me lembro de uma das primeiras lições que aprendi com meu pai. Há muito benefício a ser ganho com o método de alternar entre a atenção focada em um objeto e o tipo de atenção sem nenhum objeto, descrito antes.
Quando você descansa [...]


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<li><a href='http://samsara.blog.br/2008/11/impermanncia-amor-e-vacuidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Impermanência, amor e vacuidade'>Impermanência, amor e vacuidade</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2009/03/vacuidade-e-acao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Vacuidade e ação'>Vacuidade e ação</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Sempre que pratico usando um objeto visual como suporte para relaxar a mente, me lembro de uma das primeiras lições que aprendi com meu pai. Há muito benefício a ser ganho com o método de alternar entre a atenção focada em um objeto e o tipo de atenção sem nenhum objeto, descrito antes.</p>
<p>Quando você descansa sua mente em um objeto, você está vendo-o como algo distinto e separado de você. Mas quando soltamos e simplesmente relaxamos nossa mente com atenção pura, gradualmente começamos a compreender que o que quer que vejamos, seja de que modo for, é uma imagem feita de pensamentos, memórias e as limitações condicionadas por nossos órgãos sensoriais.</p>
<p>Em outras palavras, não há diferença entre o que é visto e a mente que vê.</p></blockquote>
<p><a style="font-weight: bold;" href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html">Yongey Mingyur Rinpoche</a> (Nepal, 1975 ~)<span style="font-weight: bold;"></span><br /><a href="http://www.randomhouse.com/catalog/display.pperl?isbn=9780307407795">&#8220;Joyful Wisdom&#8221;</a>, 2 | 7</p>
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<br /><p><small>Textos relacionados:</small><ol><li><a href='http://samsara.blog.br/2010/09/vacuidade-e-compreensao-sobre-karma/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Vacuidade e compreensão sobre karma'>Vacuidade e compreensão sobre karma</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2008/11/impermanncia-amor-e-vacuidade/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Impermanência, amor e vacuidade'>Impermanência, amor e vacuidade</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2009/03/vacuidade-e-acao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Vacuidade e ação'>Vacuidade e ação</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Consciência condicionada</title>
		<link>http://samsara.blog.br/2009/09/consciencia-condicionada/</link>
		<comments>http://samsara.blog.br/2009/09/consciencia-condicionada/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 09:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emer</dc:creator>
				<category><![CDATA[ilusão]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[Yongey Mingyur]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria de nós não reconhece nossa natureza buda até que ela seja indicada para nós.
Não muito tempo atrás, ouvi uma história sobre um homem na Índia que ganhou um caro relógio. Não tendo nenhuma experiência sobre o que um relógio é ou faz, ele imaginava-o como nada mais que um belo bracelete.
Não tinha ideia [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A maioria de nós não reconhece nossa natureza buda até que ela seja indicada para nós.</p>
<p>Não muito tempo atrás, ouvi uma história sobre um homem na Índia que ganhou um caro relógio. Não tendo nenhuma experiência sobre o que um relógio é ou faz, ele imaginava-o como nada mais que um belo bracelete.</p>
<p>Não tinha ideia de que era um instrumento para indicar o tempo. Consequentemente, estava sempre atrasado para o trabalho, acabou sendo demitido e perdeu sua casa.</p>
<p>Embora ele agendasse entrevistas com diversos bons empregadores, estava ou muito atrasado ou chegava muito cedo. Finalmente, frustrado, perguntou para um homem na rua:</p>
<p>&#8211; &#8220;Pode me dizer que horas são?&#8221;</p>
<p>O homem olhou surpreso para ele.</p>
<p>&#8211; &#8220;Você está usando um relógio&#8221;, disse. &#8220;Isso mostra que horas são&#8221;.</p>
<p>&#8211; &#8220;Um relógio?&#8221;, respondeu. &#8220;O que é isso?&#8221;</p>
<p>&#8211; &#8220;Você está brincando, né?&#8221;, disse o estranho, apontando para o instrumento que ele usava no pulso.</p>
<p>&#8211; &#8220;Não&#8221;, respondeu. &#8220;Isto aqui é um fina peça de joalheria. Um amigo me deu. O que isso tem a ver com saber que horas são?&#8221;</p>
<p>Então, com uma boa dose de paciência, o estranho na rua o ensinou a ler os ponteiros das horas e minutos do relógio, e até o rápido ponteiro que passa sobre os segundos.</p>
<p>&#8211; &#8220;Não posso acreditar nisso!&#8221;, exclamou. &#8220;Você quer dizer que sempre tive algo que podia me dizer as horas e nunca soube?&#8221;</p>
<p>&#8211; &#8220;Não me culpe por isso&#8221;, respondeu o estranho. &#8220;Quem te deu devia ter explicado&#8221;.</p>
<p>Após um momento, o homem respondeu com uma voz baixa e embaraçada:</p>
<p>&#8211; &#8220;Bem, talvez ele também não soubesse.&#8221;</p>
<p>&#8211; &#8220;Seja o que for&#8221;, o estranho respondeu, &#8220;ele lhe deu um presente que você não sabia usar. Agora, pelo menos, você sabe como usar.&#8221;</p>
<p>E com isso desapareceu no fluxo de pedestres, mendigos, carros e carroças que lotam as movimentadas ruas da Índia.</p>
<p>Quem poderá saber se esse amigo era um Buda ou apenas um estranho qualquer encontrado ao acaso, que coincidentemente sabia a diferença entre um relógio e um bracelete?</p>
<p>Em qualquer caso, o homem depois foi capaz de usar seu relógio e se apresentar a tempo para as entrevistas. Um dia conseguiu trabalho e reestabeleceu sua vida.</p>
<p>A lição que aprendi com essa história é que somos dotados de capacidades que frequentemente falhamos em reconhecer até que sejam indicadas para nós. Esses lembretes são o que gosto de chamar de &#8220;momentos buda&#8221; &#8212; oportunidades para despertar, por assim dizer, do sonho da consciência condicionada.</p></blockquote>
<p><a style="font-weight: bold;" href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html">Yongey Mingyur Rinpoche</a> (Nepal, 1975 ~)<span style="font-weight: bold;"></span><br /><a href="http://www.randomhouse.com/catalog/display.pperl?isbn=9780307407795">&#8220;Joyful Wisdom&#8221;</a>, 1 | 4</p>
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<br /><p><small>Textos relacionados:</small><ol><li><a href='http://samsara.blog.br/2007/08/iluso-da-dor/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Ilusão da dor'>Ilusão da dor</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2009/04/expansao-da-consciencia/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Expansão da consciência'>Expansão da consciência</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2010/03/consciencia-da-ilusao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Consciência da ilusão'>Consciência da ilusão</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Meditação e compaixão</title>
		<link>http://samsara.blog.br/2009/07/meditacao-e-compaixao/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 09:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emer</dc:creator>
				<category><![CDATA[compaixão]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
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		<description><![CDATA[[...] A melhor parte de todas é que, não importa por quanto tempo você pratique ou que método use, toda técnica de meditação budista no final gera compaixão. Onde quer que você olhe em sua mente, não há como não reconhecer  sua semelhança com aqueles à sua volta.
Quando você vê seu próprio desejo de [...]


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<li><a href='http://samsara.blog.br/2008/01/universo-de-compaixo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Universo de compaixão'>Universo de compaixão</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2007/12/compaixo-natural/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Compaixão natural'>Compaixão natural</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>[...] A melhor parte de todas é que, não importa por quanto tempo você pratique ou que método use, toda técnica de meditação budista no final gera compaixão. Onde quer que você olhe em sua mente, não há como não reconhecer  sua semelhança com aqueles à sua volta.</p>
<p>Quando você vê seu próprio desejo de ser feliz, não consegue evitar de ver o mesmo desejo nos outros. E quando você olha seu próprio medo, raiva ou aversão, não pode evitar de ver que todos ao redor sentem o mesmo medo, raiva e aversão.</p>
<p>Isso é sabedoria, não no sentido de aprender com livros, mas de despertar o coração, reconhecer nossa conexão com os outros e o caminho para a alegria.</p></blockquote>
<p><a style="font-weight: bold;" href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html">Yongey Mingyur Rinpoche</a> (Nepal, 1975 ~)<span style="font-weight: bold;"></span><br /><a href="http://www.randomhouse.com/catalog/display.pperl?isbn=9780307407795">&#8220;Joyful Wisdom&#8221;</a>, 3 | 12</p>
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<br /><p><small>Textos relacionados:</small><ol><li><a href='http://samsara.blog.br/2007/09/compaixo-na-meditao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Compaixão na meditação'>Compaixão na meditação</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2008/01/universo-de-compaixo/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Universo de compaixão'>Universo de compaixão</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2007/12/compaixo-natural/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Compaixão natural'>Compaixão natural</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Poder da escolha</title>
		<link>http://samsara.blog.br/2009/07/poder-da-escolha/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 16:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emer</dc:creator>
				<category><![CDATA[ilusão]]></category>
		<category><![CDATA[prática]]></category>
		<category><![CDATA[Yongey Mingyur]]></category>

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		<description><![CDATA[A qualquer momento você pode escolher seguir a cadeia de pensamentos, emoções e sensações que reforçam a percepção de si mesmo como vulnerável e limitado, ou você pode lembrar que sua verdadeira natureza é pura, não condicionada e incapaz de ser ferida.
Você pode permanecer no sono da ignorância ou se lembrar que você está &#8212; [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A qualquer momento você pode escolher seguir a cadeia de pensamentos, emoções e sensações que reforçam a percepção de si mesmo como vulnerável e limitado, ou você pode lembrar que sua verdadeira natureza é pura, não condicionada e incapaz de ser ferida.</p>
<p>Você pode permanecer no sono da ignorância ou se lembrar que você está &#8212; e sempre esteve &#8212; acordado. De qualquer modo, você ainda está expressando a natureza ilimitada de seu verdadeiro ser. Ignorância, vulnerabilidade, medo, raiva e desejo são expressões do potencial infinito de sua natureza buda.</p>
<p>Não há nada inerentemente errado ou certo em fazer essas escolhas. O fruto da prática budista é simplesmente o reconhecimento que essas e outras aflições mentais são nada mais nada menos do que escolhas disponíveis para nós porque nossa verdadeira natureza é infinita em alcance.</p>
<p>Escolhemos a ignorância porque podemos. Escolhemos o estado desperto porque podemos. Samsara e nirvana são simplesmente diferentes pontos de vista baseados nas escolhas que fazemos sobre como analisar e compreender nossa experiência.</p>
<p>Não há nada mágico no nirvana e nada ruim ou errado no samsara. Se você está determinado a pensar em si mesmo como limitado, medroso, vulnerável ou assustado pelo passado, saiba apenas que você escolheu fazer isso. A oportunidade de vivenciar a si mesmo de modo diferente está sempre disponível.</p></blockquote>
<p><a style="font-weight: bold;" href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html">Yongey Mingyur Rinpoche</a> (Nepal, 1975 ~)<span style="font-weight: bold;"></span><br /><a href="http://www.randomhouse.com/catalog/display.pperl?isbn=9780307407795">&#8220;Joyful Wisdom&#8221;</a>, 3 | 12</p>
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<br /><p><small>Textos relacionados:</small><ol><li><a href='http://samsara.blog.br/2007/09/o-poder-de-escolher/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O poder de escolher'>O poder de escolher</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2009/06/poder-da-oracao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Poder da oração'>Poder da oração</a></li>
<li><a href='http://samsara.blog.br/2010/04/gratidao-por-poder-praticar/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Gratidão por poder praticar'>Gratidão por poder praticar</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Verdadeira grandeza de quem somos</title>
		<link>http://samsara.blog.br/2009/06/verdadeira-grandeza-de-quem-somos/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 09:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emer</dc:creator>
				<category><![CDATA[compaixão]]></category>
		<category><![CDATA[prática]]></category>
		<category><![CDATA[Yongey Mingyur]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez que você se comprometa a desenvolver consciência da sua natureza Buda, inevitavelmente vai começar a ver diferenças na experiência do dia-a-dia. Coisas que geralmente te causam problemas aos poucos perdem o poder de te perturbar. Você se tornará intuitivamente mais sábio, mais tranquilo e com o coração mais aberto.
Você começará a reconhecer obstáculos [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Uma vez que você se comprometa a desenvolver consciência da sua natureza Buda, inevitavelmente vai começar a ver diferenças na experiência do dia-a-dia. Coisas que geralmente te causam problemas aos poucos perdem o poder de te perturbar. Você se tornará intuitivamente mais sábio, mais tranquilo e com o coração mais aberto.</p>
<p>Você começará a reconhecer obstáculos como oportunidades para mais crescimento. E assim que sua ideia iludida de possuir limitações e vulnerabilidades gradualmente for se apagando, descobrirá nas profundezas de si a verdadeira grandeza de quem e o que você é.</p>
<p>O melhor de tudo é que, assim que você começa a ver seu próprio potencial, você também começará a reconhecê-lo em todos a sua volta. Natureza Buda não é uma qualidade especial disponível para uns poucos privilegiados. O verdadeiro marco de reconhecer sua natureza Buda é compreender quão comum ela na verdade é &#8212; a habilidade de ver que toda criatura viva compartilha isso, embora nem todos reconheçam-na em si.</p>
<p>Então, ao invés de fechar seu coração às pessoas que gritam com você ou agem de alguma outra maneira prejudicial, você percebe que está se tornando mais aberto. Você reconhece que eles não são imbecis, mas pessoas que, como você, querem ser felizes e ter paz. Estão apenas agindo como imbecis porque não reconheceram sua verdadeira natureza e estão dominados por sentimentos de vulnerabilidade e medo.</p></blockquote>
<p><a style="font-weight: bold;" href="http://yongeybr.tripod.com/id2.html">Yongey Mingyur Rinpoche</a> (Nepal, 1975 ~)<span style="font-weight: bold;"></span><br /><a href="http://www.randomhouse.com/catalog/display.pperl?isbn=9780307407795">&#8220;Joyful Wisdom&#8221;</a>, 3 | 12</p>
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